mercoledì 26 novembre 2014

Ser indivíduo ou ser pessoa?




Acho que você já se encontrou com alguém e disse: “Voce é uma pessoa extraordinária” e se ela te perguntasse o porque talvez teria um pouco de dificuldade de individuar de trazer em palavras o significado da propria afirmaçao.
Em poucas linhas quero compartilhar com você que existe sim diferença entre pessoa e individuo, mas sao realidades presentes em nossa existencia quer queiramos ou nao.
O individuo é a natureza na sua categoria natural, biológica e sociológica. Um tanto despersonalizado. Muitas vezes é avarento e disperso, reduzido ao seu aspecto material, sem interioridade, egoísta e quer tudo pra si mesmo. Vive na superfície e quer ser feliz e livre de tudo e de todos a todo o custo. Em geral gosta de estar no centro das atenções e vive a ilusão que tudo está girando em torno de si mesmo.
Enquanto a pessoa ultrapassa uma categoria biológica ou psicológica, para um plano ético e espiritual. Nao é uma outra pessoa, mas é o indivíduo que procura superar o próprio isolamento egoista e de descobrir em si mesmo o universo. A pessoa em geral é generosa, inteira, sabe dar e sabe receber, mantém aberta todas as possibilidades, se realiza autenticamente de forma humana. Diante do mal recebido ela se determina na sua liberdade em responder de acordo com a sua identidade e princípios éticos.
Ela é capaz de tomar distância de si mesmo, rir dos proprios erros e aceitar os proprios limites. A pessoa é capaz de doar-se com amor e gerar vida.
O individuo no seu processo de imaturidade, esta mais ligado as reações da adolescência “o meu primeiro”, “bateu levou”. Um tanto fora da realidade, principalmente quando a sua vontade é contrariada ou limitada.

Como disse, estas duas faces estão presentes em nós. Um adulto passou pela adolescencia e um adolescente deveria chegar a maturidade. A questão de nossa sociedade atual é que os adultos não estão chegando a maturidade e o pior que estão felizes de permanecer nesta “dependencia” ou mesmo nesta adultescencia.
Porém se queremos viver relaçoes autênticas e inteiras, sera necessário possuir a si mesmo, com todas as riquezas e pobrezas, limites e fracassos. Este acolhimento da nossa própria existência tal como é, requer transpiração, resolução e vontade. A escolha como sempre é sua, é minha, é de cada um.


Reflexao do Capito 14 do livro: Antropologia filosófica –Uma introdução (Francesco Russo e Jose Angel Lombo)

2 commenti:

  1. Un saludo Cristiane. Estupendo blog!!! Lo sigo, un abrazo en el Señor :)

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  2. Parabéns pelo artigo, Cris! Ótimo texto.

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